terça-feira, 8 de março de 2011

Texto visual para os alunos da 7ª série

  

    Nascido em 1598, Gian Lorenzo Bernini foi um arquiteto, escultor e pintor italiano. Seu pai tambem era escultor e aos oito anos, Bernini começou a aprender desenho. Aos 17 anos criou sua primeira escultura; mais tarde realizou alguns trabalhos com o pai e, 1622, iniciou uma nova fase de sua carreira com a obra Apolo e Dafne, em que privilegiou o dinamismo e a ação.
   Viveu seu momento de glória durante o pontificado de Urbano VII. Mas, quando esse papa morreu, foi perseguido pelo novo chefe da Igreja, que o impediu de continuar na Basílica de São Pedro, seu trabalho predileto. Contrariado, Bernini dedicou-se a outras produções. Com a morte do pontífice, voltou a realizar seu belo trabalho na Basílica. Já famoso e conhecido em toda Europa, passou a ser disputado por monarcas que queriam ser retratados por ele. Morreu em 1680, aos 81 anos, tendo se consagrado como um dos maiores artistas do barroco.

Texto visual para os alunos da 6ª série


   Giuseppe Arcimboldo nasceu em Milão, na Itália, muito provavelmente em 1527, e iniciou seu aprendizado de pintor com o pai. Em 1562 passou a servir nas cortes imperiais de Viena e, mais tarde, de praga, onde permaneceu longos anos.
   Os governantes de Praga eram vistos como simpatizantes do exótico,por isso a obra de Arcimboldo encontrou ali solo fértil par aflorecer.Após a morte de Arciboldo, o interesse por sua obra diminuiu, chegando quase ao esquecimento, talvez pela estranheza que podem causar suas imagens. Apenas a partir do século XX sua arte foi resgatada, recebendo a atenção e o valor que merece.

Texto visual para os alunos da 8ª série


    Michelangelo Buonarroti (1475-1564) foi um dos grandes escultores e pintores do Renascimento italinao.Nasceu em Caprese, mas passou a infância perto de Florença,numa região com muitas pedreiras.Não só o seu pai, mas tambem o marido de sua ama-de-leite eram talhadores de pedra, o que pode ter influenciado seu destino.
    Aos 13 anos, começou a estudar pintura de afrescos e, mais tarde, dedicou-se á escultura e á arquitetura. Trabalhou por dois anos para os Médici, uma poderosa família de Florença, mas passou grande parte da vida em Roma, onde escupiu muitas de suas obras, como Baco,Pietá e Moisés.
    Michelangelo trabalhou ainda para sete papas, e a mando deles fez obras grandiosas, como a pintura de várias cenas bíblicas no teto da Capela Sistina. A cena que vemos aqui é a mais famosa delas -o momento em que Deus cria o homem, à sua imagem e semelhança.

terça-feira, 1 de março de 2011

Texto para ser trabalhado com os alunos da E.M.E.F PEDRO IZÍDIO DE OLIVEIRA

AUTOBIOGRAFIA

MINHA VIDA

      Meu nome é Fábio. Tenho onze anos. Moro na rua Dom. Miguel, Nº 224, bairro Nova Petrópolis. Tenho três irmãs: Gislaine, Elaine e Rosilaine.
       Eu gosto muito de andar de bicicleta, correr fazer ginástica, enfim, movimentar-me. Mas também gosto de estudar para passar de ano livre. Ás vezes fico triste quando acontecem coisas erradas comigo, mas procuro imediatamente concertá-las. Como todos os meninos e meninas, tenho um amigo de quem gosto muito. O meu é o César, um grande amigo que eu até recomendo a vocês. Conversamos sobre desenhos e sobre assuntos do dia-a-dia, aliás, ele é o melhor desenhista com onze anos que eu já conheci. È um grande amigo.
      Minha casa é muito velha, apesar da aparência, mas as aparências enganam. Ela tem duas garagens onde cabe seis carros,bastante espaço para o jardim. È grande mas é mal dividida. Como eu já disse, ela é velha e tem furos no teto da cozinha que viram goteiras quando chove. Eu gostaria que ela fosse nova e feita pelo meu pai,quer dizer,uma casa do jeito que a gente gosta. Meu pai é dono de uma loja de automóveis. Mamãe é dona de casa muito ativa e disposta.  Eu converso muito com papai e mamãe sobre as coisas que eu quero saber e não sei e sobre acontecimentos diários. Eu nem preciso afirmar, mas vou: eu gosto dos meus pais como se fossem um pedaço de mim e assim como toda minha família.
      Eu acredito em Deus como acredito em meus pais, portanto Deus é como se fosse  meu pai. Eu sou um menino como outro qualquer: tímido e brincalhão. Sou muito feliz e sou mais feliz ainda quando passo de ano, quando vou a lugares bonitos. Eu não gostaria de ter mais nada, o que eu queria já tenho:  o amor. Se eu pudesse, eu faria com que o mundo vivesse em paz.
      Bom, vocês viram que a história sobre mim é longa, por isso paro por aqui. Tchau.
                                                                Fábio de Souza, 11 anos

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

sites de pesquisas

Endereço de sites  de  aulas de português
Alô Escola – Nossa Língua Portuguesa
Sua Língua
Português.com.br
Nossa Língua Portuguesa
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Mini gramática do Núcleo Interinstitucional de Lingüistica computacional da USP
Bússola Escolar

texto para ser trabalhado com alunos do 6º

Atividade: Interpretação de texto - 5ª serie (6ºano) - Texto: A Velha Contrabandista.

Exercícios de Interpretação textual – 5ª SÉRIE - Texto A VELHA CONTRABANDISTA de Stanislaw Ponte Preta.




A VELHA CONTRABANDISTA

Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela:
- Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo e respondeu:
- É areia!
Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.
Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
- Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
- Mas no saco só tem areia! – insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
- Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?
- O senhor promete que não “espaia” ? – quis saber a velhinha.
- Juro – respondeu o fiscal.
- É lambreta.
(Stanislaw Ponte Preta)
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REDAÇÃO

Como redigir uma boa redação?

A prática faz um bom redator
Por Sabrina Vilarinho
O conhecimento prévio a respeito do assunto a ser redigido é essencial para uma boa redação. Como você vai escrever sobre um assunto que desconhece?

Ler jornais, livros, reportagens, resenhas, artigos é a principal dica para quem não deseja ficar perdido diante de um tema.
Contudo, para aqueles que estão prestes a fazer o vestibular, fique atento à coletânea textual, a qual é o conjunto de textos que sucede as propostas de redação.
Na coletânea há informações que podem ser usadas como fontes, no entanto, não podem ser copiadas. Além disso, a própria avaliação do vestibular traz explicações das propostas de construção textual, leia-as cautelosamente.
Redigir uma boa redação também exige prática, quanto mais treinamento melhor. Igualmente, saber os elementos que compõem um texto narrativo, dissertativo, descritivo é fundamental. Todavia, as provas de vestibular estão voltadas a tipos de textos que antes não eram cobrados, como as seguintes propostas: carta pessoal, artigo de opinião, manifesto, carta argumentativa, diário, fábula, artigo científico.

É importante que o aluno busque informações sobre cada tipo de proposta, treine e não se prenda a certos tipos de erros comuns como, por exemplo: introduções muito amplas, cheias de detalhes, ultrapassando seis linhas; desenvolvimento repetitivo, com as mesmas argumentações ou com idéias que se distanciam do que foi dito na introdução; conclusão com chavões (Concluindo, Finalizando, Em resumo). A conclusão é um desfecho, geralmente expõe a resolução de um problema e não deve ser prolongada, o ideal é que tenha a mesma quantidade de linhas da introdução: seis linhas para um texto de trinta ou trinta e cinco linhas.
Em uma carta, seja qual for a tipologia (argumentativa, de reclamação, pessoal, científica), evite a introdução “Venho através desta”, trata-se de um pleonasmo, pois está claro que o canal de comunicação escolhido é a carta. Ainda na introdução, não utilize expressões clichês como “Hoje em dia”, “Nos dias de hoje”, “Há muito tempo”, pois empobrecem o texto. Introduza o assunto sem delongas, como: “A população precisa de atendimento de urgência público, pois...”, “Os médicos da rede pública estão sendo mal remunerados em comparação à quantidade de serviços prestados diariamente.”
Em uma dissertação evite colocar pronomes pessoais na primeira pessoal, pois a intenção pode até ser expor sua opinião sobre algo, mas deve ser apresentada como uma observação geral sobre o assunto. Neste caso, o melhor é utilizar a terceira pessoa do plural, pois generaliza o conceito ou a apreciação (Não podemos, nós somos brasileiros).
Em uma redação seja mais objetivo, não se estenda em um assunto, escreva somente o necessário para o entendimento de quem lê, se posicione na condição de leitor, releia seu texto, faça rascunho, use a coletânea (não para copiar), não repita o mesmo argumento, não ultrapasse trinta e cinco linhas e fique atento à estrutura do texto e proposta escolhida.
Veja links relacionados:
Brasil Escola  - Reúne trabalhos escolares focados na literatura e suas diversas áreas.
Prosa  - Você encontrará tudo relacionado a redação.

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